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O QUE É APICULTURA
Apicultura A apicultura é o ramo da agricultura que estuda as abelhas produtoras de mel e as técnicas para explorá-las convenientemente em benefício do homem.
História. Na Europa, África e Ásia há relatos e desenhos que permitem inferir que as abelhas já eram exploradas pelo homem há mais de cinqüenta mil anos. Possivelmente foram os egípcios os primeiros apicultores de que se tem notícia. O advento da apicultura moderna, todavia, ocorreu em 1851, quando o americano Lorenzo Lorraine Langstroth inventou a colméia racional, hoje chamada colméia Langstroth ou colméia americana.
Segundo o zoólogo brasileiro Paulo Nogueira Neto, as abelhas da espécie Apis mellifera foram introduzidas no Brasil pelo padre Antônio Carneiro Aureliano, em março de 1839, mandadas vir do Porto, Portugal.
Sexo, castas, reprodução. Ao contrário de outros animais domésticos, onde se distinguem apenas machos e fêmeas, nas abelhas observam-se três tipos de indivíduos: rainhas, operárias e zangões ou machos. Tanto as rainhas como as operárias são fêmeas; as primeiras costumam ser estéreis, enquanto as rainhas constituem a casta fértil, cuja função única é pôr ovos. Em épocas de muito néctar e pólen, uma rainha de abelha africana chega a pôr cinco mil ovos diários; todavia, quando há poucas flores, a postura se reduz a cem ou 200 ovos por dia.
A casta mais numerosa é constituída pelas operárias, que são fêmeas pequenas, com desenvolvimento incompleto do aparelho reprodutor, responsáveis por todos os trabalhos executados na colméia. Os zangões, após alguns dias de vida, voam ao redor da colméia durante algumas horas por dia, aguardando a oportunidade de executarem sua única função, que é fecundar a rainha.
Para entender a formação dessas três castas, convém seguir o que acontece numa colméia que está sem rainha, mas possui uma célula real ou realeira de onde está prestes a eclodir nova rainha. Nas primeiras dez horas após o nascimento da rainha, as operárias pouca atenção lhe dão. Daí em diante, porém, passam a ocupar-se dela, alimentando-a e lambendo-a constantemente. Pelo quarto ou quinto dia, as operárias começam a ficar inquietas e, se a rainha não sair da colméia, empurram-na para fora, obrigando-a a sair para o vôo nupcial. A rainha pode voar até 13km de distância à procura de zangões e estes podem voar até quatro quilômetros à procura da rainha.
Normalmente, a rainha acasala-se com 5 a 12 zangões do próprio apiário ou de suas redondezas, dentro de um raio de 200 a 500m. Se, porém, no primeiro vôo ela não ficar completamente inseminada, poderá fazer mais dois ou três vôos nupciais. Durante um período de 10 a 24 horas depois que a rainha volta à colméia, os espermatozóides que foram ejaculados no oviduto da rainha, em número de setenta a oitenta milhões, começam a migrar para a espermateca, onde cinco a dez milhões podem ficar armazenados por vários anos, havendo casos relatados de até cinco anos. As rainhas, em clima brasileiro, vivem uma média de dois anos.
Quatro a dez dias depois do vôo nupcial, a rainha começa a pôr ovos de dois tipos: fecundados e não fecundados. Os ovos não fecundados permanecem em alvéolos grandes e os fecundados, em alvéolos pequenos.
Acredita-se que, num alvéolo pequeno, o abdome da rainha entre comprimido, o que a obriga a apertar a espermateca, que esguicha de dez a vinte espermatozóides, os quais penetram no óvulo que for passando pelo oviduto. Um desses espermatozóides irá fundir-se com o núcleo do óvulo e este, fecundado, dará origem a uma fêmea, que será operária ou rainha, conforme a alimentação que vier a receber.
Se, no entanto, a rainha puser ovos em alvéolos grandes, não comprimirá a espermateca, não fecundará os ovos, e esses vão desenvolver-se em machos, ou seja, zangões. Por muito tempo (de três meses a cinco anos, porém, em média, durante nove meses), a rainha continua a receber alimento das operárias e a pôr ovos __ muitos, quando recebe bastante comida, poucos, quando recebe pouca.
As operárias constantemente lambem a rainha, para sugar uma certa substância, produzida pelas glândulas mandibulares da rainha, chamada substância de rainha. Pouco a pouco essa substância é distribuída por todo o enxame, cabendo apenas um pouquinho para cada abelha. A substância inibe os ovários da operária e promove uma estabilidade social.
Quando a rainha fica velha, começa a secretar pouca substância de rainha. A falta dessa substância vai atuar sobre todas as operárias, fazendo-as produzir mais geléia real, que, dada em grandes quantidades a uma ou mais larvinhas, transformam-nas em rainhas virgens. Todas as larvinhas recebem geléia real desde a eclosão até o terceiro dia, porém, daí em diante, passam a receber mel e pólen e se tornam operárias; algumas, entretanto, continuam a comer geléia real até o sexto dia de vida larvar e se transformam em rainhas.
As abelhas são extremamente suscetíveis ao efeito da consangüinidade, que determina acentuada queda de produção. Por isso, o apicultor não deve criar rainhas a partir de uma só colônia, e sim, selecionar, no mínimo, suas vinte melhores colônias e retirar, de dez delas, as larvas que irão transformar-se em rainhas. As dez outras colônias selecionadas devem ser providas de quadros com células grandes, onde a rainha botará ovos não fecundados, que darão zangões. Isso é muito importante porque cada colônia produz rainhas virgens, em média, duas vezes por ano. Se não houver um grande número de zangões selecionados para fecundá-las, o apicultor perderá todo o trabalho de seleção.
Localização e instalação de um apiário. A escolha do local apropriado para montar um apiário está intimamente ligada à flora apícola. Não é conveniente instalar um apiário em cafezais, laranjais, plantações de eucalipto ou de cana-de-açúcar, pois essas plantas não favorecem a produção de mel ou só o fazem em épocas muito restritas do ano. Além disso, deve-se escolher um local em cujas proximidades exista água, de maneira que as abelhas não tenham de voar mais de 500m para coletar água. Caso isso não seja possível, convém instalar dentro do apiário uma fonte de água. Especialmente no sul do país, o apiário deve ser instalado em lugar que possua proteção contra o vento sulino, que é muito frio. Os direitos dos vizinhos devem ser resguardados. Por isso nunca se deve colocar apiários a menos de cem metros de residências ou de lugares onde são guardados animais. As colméias tanto podem ser colocadas sob a proteção de ranchos, como em lugares abertos. No Brasil, poucos apicultores profissionais se utilizam de ranchos para a instalação de seus apiários.
As entradas das colméias devem ficar viradas para lugares diferentes no apiário. Por exemplo, cada grupo de quatro colméias deve ficar com a boca voltada para um dos lados de um quadrado hipotético. É conveniente pintar as entradas das colméias com cores diferentes, escolhidas entre as que a abelha enxerga, quais sejam: azul, azul-esverdeado, verde, amarelo, branco e preto.
O manejo das abelhas. É importante que o apicultor novato monte seu apiário com poucas colméias (de vinte a trinta) e vá aumentando esse número anualmente, até chegar a 400, que é o número de colméias com que um apicultor jovem e forte pode lidar, dedicando-se em tempo integral à apicultura, sem necessidade de empregados fixos.
São necessários alguns apetrechos para lidar com as abelhas: véu-de-apicultor, fole ou fumigador, espátula ou formão de apicultor, luvas, escovas de pêlos macios e vestuário adequado. As principais tarefas são: examinar a postura, evitar a enxameação, fazer a alimentação artificial, evitar pilhagem, coletar enxames e proceder à extração do mel.
A extração do mel se faz em cinco etapas, a primeira das quais é a retirada dos favos da colméia. Para isso há vários métodos, que devem ser adequados ao tipo de apicultura em causa: apicultura intensiva, profissional ou amadora. A segunda operação é a desoperculação, ou seja, a retirada dos opérculos dos favos cheios de mel. Isso é feito com máquinas especiais na apicultura intensiva, mas também se consegue usando-se facas quentes ou garfos, na apicultura amadora. Em terceiro lugar, vem a centrifugação, que exige a utilização de uma centrífuga, cuja capacidade de quadros varia de dois a mais de 500, conforme o tipo de apicultura.
A quarta operação é a separação dos opérculos contidos no mel. Isso se faz, geralmente, por gravidade, utilizando-se a própria centrífuga usada na extração de mel dos favos. Os opérculos utilizados para produzir cera dão, geralmente, uma cera branca, muito bonita. A quinta operação é a filtração do mel, que leva às vezes pedacinhos de cera, partículas de pólen e outras impurezas.
Outro aspecto importante na lida com as abelhas é a produção de rainhas e de geléia real (a técnica, em ambos os casos, é a mesma). Os passos para a produção de rainhas são os seguintes: seleção das colméias, das quais surgirão as larvinhas; preparo de cúpulas reais de cera, no laboratório; preparo da colméia de "recria", onde vão ser introduzidas as realeiras enxertadas; a própria operação de enxertia, e o preparo de núcleos de fecundação, onde vão ser introduzidas as realeiras, ou o uso de uma estufa onde se dará o nascimento das rainhas, dentro de frascos de vinte a quarenta centímetros cúbicos de capacidade, como os de penicilina. Se o objetivo é obter geléia real em lugar de rainhas, então jogam-se fora as larvas após 72 horas e coleta-se a geléia.
Chama-se enxertia a operação de retirada de larvinhas recém-eclodidas dos alvéolos de operárias e sua colocação em cúpulas reais artificiais, que devem ter, no fundo, uma gotinha de geléia real. Usa-se uma agulha especial para executar esse serviço, que é bastante delicado. As larvas devem ser colhidas com cuidado, para evitar o rompimento de sua delicada pele. Uma vez retiradas dos alvéolos, as larvas são colocadas sobre a geléia real. Essa operação de enxertia deve ser feita em uma sala com temperatura não inferior a 20 C.
Logo após a enxertia, a barra contendo 15 a 25 dessas realeiras artificiais é colocada numa colméia, onde as larvinhas serão alimentadas por seis dias. Após o décimo dia no laboratório retiram-se essas realeiras dos quadros e enfiam-se cinco milímetros de suas pontas em pequenos vidrinhos que contêm, no fundo, um pouco de serragem grossa e uma bolinha de cândi para a rainha alimentar-se assim que nascer. Depois a rainha recém-nascida será transferida para uma realeira, que será usada para a inseminação artificial ou para qualquer outro fim.
Doenças e inimigos das abelhas. As principais doenças das abelhas, no Brasil, são:
(1) cria-pútrida-européia, causada pelo Bacillus pluton e, secundariamente, pelos Bacterium euridice, Bacillus alvei e Streptococus fecalis; (2) nosemose, causada pela Nosema apis, que vive na parede estomacal das abelhas e interfere na digestão e fisiologia; (3) cria ensacada, causada por vírus, razoavelmente bem estudado nos Estados Unidos; (4) mortandade-de-outono, causada por vírus, especialmente na região centro do estado de São Paulo; (5) septicemia, causada por bactérias infecciosas, usualmente transmitidas de uma rainha a outra, através do aparelho de inseminação artificial; é uma das principais razões pela qual convém desinfetar o aparelho de inseminação ao passar para outra rainha.Os principais inimigos das abelhas são a irara ou papa-mel (Tayra barbara), as formigas (sara-sara, correição, quem-quem), as traças (Galleria mellonella), os percevejos (Apiomerus), as mosquinhas (Phorideos), algumas aves, alguns lagartos. Os agentes tóxicos que afetam as abelhas são os inseticidas, os fungicidas e os herbicidas. Os inseticidas de alta periculosidade para as abelhas são: Aldrin, BHC, DDT e os inseticidas arseniacais. Os fungicidas em geral são pouco tóxicos às abelhas, o que torna um tanto perigosa a aplicação de compostos mercuriais às flores.
ABELHAS
Conhecidas há mais de quarenta mil anos, as abelhas vêm atraindo a atenção do homem pela utilidade dos produtos que delas se obtêm e pela extrema complexidade de sua vida social.
Abelha é um inseto pertencente à ordem dos himenópteros e à família dos apídeos. São conhecidas cerca de vinte mil espécies diferentes e dentre elas destacam-se, graças à importância econômica e às características fisiológicas, as do gênero Apis. A espécie que mais se presta à produção racional de mel, pólen, cera, geléia real e própolis é a Apis melífera.
Irritável por ruídos e odores fortes, a abelha ferroa e inocula veneno. Deixa na pele da vítima o ferrão e, presa a ele, uma parte das próprias vísceras, o que causa a morte do inseto em, no máximo, 24 horas. O cheiro do veneno desencadeia imediatamente um ataque em massa. As picadas podem ser bastante dolorosas e, quando em grande quantidade (acima de cem), perigosas para um homem adulto. Pessoas alérgicas podem sofrer choque anafilático com uma única picada. No entanto, o indivíduo exposto a picadas freqüentes desenvolve imunidade ao veneno. Este tem aplicações terapêuticas, sobretudo em casos de reumatismo, e a aplicação pode ser feita pela indução da picada do inseto no local afetado.
Anatomia da abelha. O corpo de uma
abelha melífera divide-se em cabeça, tórax e abdome, à semelhança da
maioria dos insetos. Na cabeça, ficam as antenas, órgãos táteis e olfativos.
Próximo às antenas, localiza-se o complexo sistema visual, que permite às
abelhas enxergar em todas as direções e a longas distâncias. Ainda na cabeça,
ficam as glândulas salivares, responsáveis pela transformação do néctar em
mel; as hipofaríngeas, que transformam o alimento comum em geléia real; e as
mandibulares, que dissolvem a cera e ajudam a processar a geléia real.
As abelhas apresentam dois pares de asas. Os três pares de patas diferem entre
si, pois cada um possui função específica. As patas anteriores, forradas de pêlos
microscópicos, são utilizadas na limpeza das antenas, olhos, língua e mandíbula.
As medianas possuem um esporão, cuja função é a limpeza das asas e a
retirada do pólen acumulado nas patas posteriores, as quais se caracterizam
pela presença das cestas de pólen, pentes e espinhos. Estes últimos têm a
finalidade de remover as partículas de cera elaboradas pelas glândulas
alojadas no ventre.
O abdome abriga a maioria dos órgãos
das abelhas. Nele estão situados a vesícula melífera, que transforma o néctar
em mel e transporta a água coletada no campo para a colméia; as glândulas cerígenas,
responsáveis pela produção da cera; as traquéias ou órgãos de respiração;
os órgãos de reprodução femininos e masculinos; e ainda o estômago, o
intestino delgado e o coração. É no abdome que se localiza o ferrão, que as
operárias utilizam como arma de defesa e a rainha como instrumento de orientação:
é por meio dele que ela localiza as células dos favos no momento da postura.
Estrutura da colméia. Com capacidade para abrigar uma população de até
dezenas de milhares de indivíduos, a colméia compõe-se de uma série de favos
dispostos paralelamente. O favo é um conjunto de alvéolos, compartimentos
hexagonais que as operárias fazem com cera, onde a rainha deposita os ovos e
onde são armazenados os alimentos (água, mel e pólen). Os alvéolos menores
destinam-se ao desenvolvimento das operárias e os maiores, ao dos zangões.
Uma colméia pode se dividir em várias, por um processo chamado enxamearão. Não havendo mais espaço para postura e armazenamento de alimento, é produzida uma nova rainha. Sua antecessora voa com grande parte das abelhas para formar uma nova comunidade.
Rainhas, operárias e zangões. A abelha rainha é quase duas vezes maior que as operárias e vive de três a seis anos. Tem como única função biológica a postura dos ovos. Do ponto de vista social, é responsável pela harmonia e ordenação dos trabalhos da colônia. Nasce de um ovo fecundado e é criada numa célula especial, diferente dos demais alvéolos, denominada realeira, na qual recebe uma alimentação diferenciada, à base de geléia real. Rico em proteínas, vitaminas e hormônios sexuais, esse nutriente é o responsável pela diferenciação fisiológica da abelha rainha em relação às operárias.
Os machos da colméia são os zangões. Nascem de ovos não-fecundados depositados pela rainha, 24 dias após a postura. Vivem de oitenta a noventa dias e atingem a maturidade sexual no 12º dia a contar do nascimento. Não apresentam ferrão ou qualquer outro órgão adequado às funções de ataque, defesa ou trabalho e dependem exclusivamente das operárias para sobreviver. São dotados de aparelhos sensitivos excepcionais e podem identificar, pelo olfato ou pela visão, rainhas virgens a quilômetros de distância.
As operárias são responsáveis por todo o trabalho necessário à sobrevivência e defesa da colméia, à exceção da postura dos ovos. Durante o dia, realizam o trabalho de campo, ou seja, a coleta de alimentos e água. Encarregam-se da higiene da colméia, da produção de cera e de sua utilização na construção dos favos, assim como da alimentação da rainha, dos zangões e das larvas. Por meio do batimento das asas ou da introdução de água no interior dos favos, as operárias evitam o superaquecimento e, para conservar o calor, unem-se firmemente umas às outras. Dessa forma, mantêm a temperatura estável no interior da colônia, entre 33 a 36o C. Produzem e estocam o mel e elaboram a própolis, substância processada a partir de resinas vegetais utilizada para desinfetar favos e paredes, vedar frestas e fixar peças. As operárias nascem 21 dias após a postura dos ovos e podem viver de sessenta dias até seis meses, em situações excepcionais de pouca atividade.
Desenvolvimento das abelhas. A espermateca, uma cavidade do abdome da rainha, guarda os espermatozóides após o acasalamento. Três dias após a fecundação, inicia-se a postura. Quando a rainha introduz o abdome no alvéolo menor, comprime a espermateca, liberando os espermatozóides que irão fecundar o ovo. No caso dos alvéolos maiores, a espermateca não é comprimida, e um ovo não fecundado é depositado. Cada alvéolo recebe um único ovo. Três dias após a postura, surge uma larva branca, que é alimentada pelas operárias. Aos seis dias se inicia o processo de metamorfose. Ao estágio de pupa, que dura 12 dias, segue-se a fase adulta.
Comunicação. As operárias dispõem de meios de comunicação muito precisos para indicar às companheiras os locais onde há alimentos. Isso é feito essencialmente por meio de "danças" num percurso em forma de foice, para pequenas distâncias, em forma de um oito, para distâncias entre 65 e 6.000m. Quanto mais rápida a dança, mais próximo o local: assim, sete voltas completas em 15 segundos indicam uma distância de 200m. A descoberta do modo de comunicação entre as abelhas se deve principalmente ao alemão Karl von Frisch e a sua escola de Munique.
Abelhas africanas. A espécie A. melifica é integrada por diversas raças, sendo as mais conhecidas na apicultura a italiana, a cárnica, a caucasiana e a africana. Enxames dessa última, a A. m. adansonii, de grande produtividade melífera, foram trazidos para o Brasil para pesquisas, em meados da década de 1950. Por um descuido, fugiram ao controle dos pesquisadores e dominaram, num curto espaço de tempo, todas as colméias do gênero Apis existentes no Brasil. Assim, as abelhas africanizadas, resultado do cruzamento de abelhas da raça adansonii com as abelhas européias anteriormente instaladas, passaram a constituir o material de trabalho à disposição dos apicultores brasileiros. Apesar de sua maior agressividade, apresentam vantagens do ponto de vista comercial. Começam a produzir mais cedo, param mais tarde e não apresentam o instinto de "hibernação" invernal comum às raças européias embora o apicultor seja obrigado a fornecer-lhes alimentação artificial durante a estação fria.
MEL DE ABELHAS
O Mel Mencionado na Bíblia e no Alcorão, o mel era valorizado na antiguidade por suas propriedades medicinais e por ser praticamente a única fonte de açúcar disponível.
Mel é um produto doce, fluido, de cor dourada escura, produzido por vários tipos de abelhas a partir do néctar das flores ou de outras secreções vegetais. As plantas das quais o néctar é coletado determinam o sabor e a cor do mel: da acácia, da tília e do trevo produz-se um mel claro e doce; da laranjeira, do rosmaninho e da alfazema, um mel com perfume característico; e das regiões de floresta, um mel geralmente escuro.
O néctar se transforma em mel pela inversão de sua sacarose em levulose (frutose) e dextrose (glicose) e pela remoção da umidade excessiva. O mel é armazenado na colméia em favos, que são camadas duplas de células hexagonais feitas de cera secretada pelas abelhas operárias. No inverno, o mel serve como alimento para as larvas e outros membros da colônia. O favo, cheio de mel, é comumente vendido pelos apicultores como iguaria. A cera e a própolis (resina vegetal coletada pelas operárias) também são comercializadas.
Levemente ácido, o mel contém cerca de 18% de água, possui propriedades anti-sépticas e é usado no tratamento de queimaduras e ferimentos. Por ser um dos açúcares mais facilmente assimiláveis, é muito usado no preparo de doces e remédios.
O Mel é um dos alimentos meis completos de natureza. É recomendado pelos pediatras devido a alta concentração de vitaminas necessárias ao desenvolvimento das crianças. Previne a carência da vitamina C e favorece as funções intestinais. É um poderoso fortalecedor para o coração. No aparelho respiratório o mel auxilia no combate a gripes e resfriados, fortalecendo o aparelho respiratório contra doenças. Por não fermentar, o mel á assimilado instantaneamente pela corrente sangüínea e suas virtudes laxativas explicam a longevidade das pessoas que fazem largo uso do mel. Todo mel cristaliza. As floraraçóes mais claras crìstalìzam-se em menor tempo do que as escuras, estas por sua vez, darão a variação de cor e sabor do mel.
Vitaminas: A, B, B1, 85, B6, BC, C, G, H e PP.
Sais minerais: Cálcio, Fósforo Enxofre, Potássio, Cloro, Sódio, Magnésio, Ferro, Cobre, Manganês, Sílica e Nitrogênio
Modo de Usar: Adultos 1 colher de sopa pela manhã e Crianças 1/2 colher de sopa pela manhã e Apresentação:
Receitas de uso do Mel
I ) Uma colher de sopa de mel tomada em jejum garante disposição o dia todo, segundo alguns prolonga a vida.
II ) Digestivo : 1 copo de água morna , 1 colher de mel , suco de 1 limão.
III ) Refrescante : 1 copo de água gelada, 1 colher de mel , suco de 1 limão .
IV ) Para rouquidão e inflamação da garganta ; 2 colheres de mel .
V ) Antitérmico : Ralar três cenouras (ou passar na centrífuga) e misturar com 2 colheres de mel.
VI ) Contra bronquite : 1 colher de mel com própolis todos os dias (90 dias) .
VII) Manteiga de Mel : Mel, creme de amendoim , tahine (creme de gergelim) e farelo de trigo integral . (Delicioso) .
VIII )Aperitivo : 1 colher de mel num cálice de suco de uva puro.
IX ) "Drink" : Substitua o mel na caipirinha. Fica uma delicia e não dá dor de cabeça. Use mel
No wisque sauer .
X ) Limpeza de pele e os cabelos : Massageie o rosto e todo o couro cabeludo com mel. . Faça
Uma infusão de camomila bem forte . Cubra a cabeça com uma toalha . Fique 20 minutos . Lave o rosto e os cabelos com sabonete neutro.
XI ) Máscara fria : Faça massagens (movimentos circulares para cima) com uma colher de chá de mel , até que ele se comporte como uma cola , massageie durante uns 10 minutos . Relaxe outros 10 minutos e retire com água fria . Rejuvenesce porque renova todas as células, nutrindo a cútis.
PRÓPOLIS
0 que é própolis
Queremos primeiramente esclarecer os fatos mais interessantes sobre o tema própolis". no aspecto e ponto de vista do apicultor. As abelhas não produzem a própolis por si mesmas. como por exemplo a cera, que é um produto animal produzido pelas glândulas desta, mas sim, colhem a parte principal das mesma, de árvores e plantas em forma de componentes de resinas. As abelhas colhedoras trazem resinas nas corbiculas para as colméias, onde são recebidas pelas abelhas das colméias que recebem as resinas e mastigam as mesmas outra vez, enriquecido-as com próprios componentes, principalmente enzimas. Formada assim a própolis. tem esta um múltiplo uso na colméia. Serve para fechar aberturas e buracos. prevenindo as abelhas contra o ar frio e a entrada de inimigos. Desinfeccionam as celas de procria e isolam corpos estranhos na colméia.
Extrato de Própolis
O Própolis é o mais completo antibiótico natural. É uma substancia resinosa coletada pelas abelhas, de determinadas flores. Usada para revestir a Colméia ìnternamente e para proteção dos favos contra microrganismos. Desde a mais remota Antigüidade é usado na medicina. Até o presente não se conhece substancia de tão amplo aspecto, com a grande vantagem de ser natural e facilmente assimilado pelo organismo. Atue sobre os agentes infecciosos sem afetar os tecidos e os leucócitos. Possuem nível de segurança nas dosagens máximas usadas, podendo ser ingerida em períodos muito longos. Não tem contra indicação. Possuem um padrão de absorção, distribuição e eliminação que asseguram seus níveis bactericidas pelo tempo necessário à cura, não produzindo efeitos colaterais.
Composição: 100% de Tintura de Própolis à 30%.
Modo de Usar:
Adultos 15 gotas 3 vezes ao dia.
Crianças a cada ano de vida 1 gota dissolvida em água, 3 vezes ao dia·
Geléia Real
A Geléia Real é a secreção de glândulas específicas das abelhas operária. É um leite denso, cremoso, com múltiplos sabores: ácido/picante,doce.
Valor Nutritivo Superior ao colostro e ao leite normal dos mamíferos. Similar ao fluído tissular embrionário.
Modo de Usar a Geléia Real
Administração oral
Será absorvida no trato digestivo. Deve se dar preferência à absorção sublingual. Administrar, de preferência Geléia congelada a -5 °C na dosagem de 0, 5 g a 1,0 g duas vezes ao dia antes do café da manhã e do jantar.
Como cosmético
A Geléia Real será absorvida através da pele.
Função Fisiológica Especial Proporciona o desenvolvimento da rainha em 16 dias desde o ovo até tornar-se adulta. Possibilita uma vida de até 5 anos para a rainha, enquanto que a operária aproximadamente 40 dias. A operária não pode produzir ovos fertilizados, enquanto que a rainha tem uma alta capacidade de produzir de 1.500 a 3.000 ovos por dia. A geléia real pode prolongar a vida de moscas da frutas, porcos da índia e outros animais.
A Capacidade da Geléia Real A capacidade da geléia real de prolongar a vida está relacionada com sua função reguladora do metabolismo orgânico, produzindo resistência às doenças e promovendo a generação tissular. A geléia real é eficaz na redução do nível de gordura no sangue, prevenindo a arterioscleroses. Também é altamente eficaz na diminuição da taxa de açúcar no sangue. A geléia real estimula a função hematopoiética da medula, aumentando rapidamente a produção de glóbulos vermelhos no sangue. Também pode inibir o desenvolvimento de tumores experimentais. Muito eficaz no tratamento de doenças gástricas e intestinais e também combate a neurastenia.
A Geléia Real é eficaz no tratamento das síndromes do climatério Homens e mulheres na idade do climatério, freqüentemente sofrem de distúrbios causados pelas disfunções endócrinas e pelos hipogonodismo.Apresentam sintomas de irritabilidade, dores nas costas, vertigem e cansaço. Uma semana de geléia real estes sintomas começam a melhorar e há em estimulo da atividade sexual e capacidade de exercer trabalhos e atividades físicas.
Algumas mulheres na idade do climatério e na menopausa podem voltar a mestruar. A geléia real é rica em nutrientes e contém uma grande quantidade de substância ativas. Os idosos que regularmente tomam geléia real, são são mais saudáveis corporalmente e são mais cheio de vigor.
Mecanismo funcional da Geléia Real A função fisiológica da geléia real está estritamente relacionada com 4 componentes:
Vitaminas
Ácidos Orgânicos Especiais
Elementos Ativos Protéicos
Hormônios Esteróides.
Vitaminas
A geléia real contém uma grande quantidade de vitaminas hidrossolúveis especialmente do grupo B, pequena quantidade de vitamina C e pouca quantidade de vitaminas lipossolúveis.
Vitaminas hidrossolúveis em 1 00 g de Geléia Real:
Vit. B1 (Tiamina) 690 mcg
Vit. B3 (Ac. Pantotênico) 450 mcg
Vit.. B6 (Piridoxina) 1 .830 mcg
Vit. B 12 445 mcg
Biotina 114 mcg
nestes efetivos que são:
Ac. Fólico 40 mcg
InositoL 1 1 .000 mcg
Acetil-colina 95.000 mcg
Vit. C 8.900 mcg
Vitaminas lipossolúveis
Vit. A 350 mcg
Vit. D 66 mcg
Vit. E 1.933 mcg
Principais Funções da Vitaminas:
Vitamina B1:
Atua no mecanismo de descarboxilase, mantendo normal o metabolismo estimula o apetite e a digestibilidade.
Vitamina B3:
Atua nos processos de oxi-redução. E um importante fator de anti-senilidade, pois estimula a regeneração tissular' E eficiente na proteção da pele.
Vitamina B6
E essencial no metabolismo da 6emoglobina, sendo por conseguinte eficaz no tratamento das anemias. Estimula o crescimento dos cabelos.
Vitamina B 12, Acido Fólico e Biotina
São importantes no tratamento da anemia, pois participam nos processo bematopoiéticos.
Inosilol
Ten ação no metabolismo do fígado.
Niacina
E vasodilatadora, sendo por conseguinte, eficaz no tratamento de vasoespasmo, diminui o nível de colesterol e previne a arteriosclerose.
Acetil-colina
Tem ação na transmissão de mensagens biológicas, melhorando o raciocínio e a memória A grande concentração de acetil-colina, torna a Geléia Real muito eficaz na manutenção da saúde do cérebro e na diminuição da deterioração da memória. A eficácia da Geléia Real na diminuição das taxas de gorduras no sangue, está relacionada com as altas taxas das 3 últimas vitaminas mencionadas.
Vitamina C
Atua em conjunto com a vit. E como poderoso anti-oxidantes, defendendo as células dos radicais livres. Promove a formação de substâncias intracelulares e fibras de colágeno. A deficiência pode causar atrofia dos tecidos, perda da tenacidade ou rompi- mento dos Capilares com hemorragias carboidratos, e como conseqüência,hipodérmicas.
Vitamina D
Sua maior função é promover a absorção e utilização da Ca e P, mantendo a saúde dos ossos e dos dentes.
Muito embora a quantidade de vitamina. D na Geléia Real seja limitada, ela contém uma grande quantidade de hormônios esferóides que pode ser convertido em vitamina D pela ação da luz solar, fazendo da Geléia Real uma rica fonte para a formação de Vitamina D.
Vitamina E
Proteger a função fisiológica da membrana recuperar a função reprodutora muito importantes tanto para o homem quanto para a mulher, especialmente, na idade do climatério, quando 0 organismo sofre uma disfunção hormonal.
Síndrome do Climatério Masculino:
Sintomas:
Debilidade física
Diminuição da energia
Diminuição da memória.
Insônia
Pesadelos
Dores de cabeça
Diminuição da atividade sexual.
Síndrome do Climatério feminino
Sintomas:
Febres
Suores noturnos
Dores de cabeça
Vertigens
Perda de sensibilidade das extremidades
Insônia
Irritabilidade
Aumento de sentido de perseguição
Diminuição da libido
No climatério feminino, uma produção irregular de hormônios sexuais, resulta em menstruações irregulares e posterior menopausa, uma degeneração gradual dos caracteres sexuais secundários e uma atrofia gradual dos órgãos reprodutivos e outros tecidos relaciona- dos com o metabolismo dos estrógenos. Neste estágio, doenças potenciais como: diabete, doenças do coração, hipertensão etc. podem ocorrer. A deficiência de estrógenos e endrôgenos pode causar osteoporose ,porose e futuramente fraturas espontânea. Nos Estados Unidos, uma média de 6 milhões de pessoas sofrem fraturas espontarias por ano, das quais, 5 mi- Ihões são mulheres na fase da menopausa. Os hormônios sexuais são importantes para a prevenção da osteoporose senil e a Geléia Real é eficiente na prevenção e na diminuição dos processos de osteoporose.
Em Resumo
Os efeitos mágicos da Geléia Real estão relacionados com os componentes acima mencionados, ou seja:
Vitaminas
· Ácidos Orgânicos Essenciais · Substâncias Protéicas Ativas · Hormônios Estereóides Substâncias que em sua maioria não existem na alimentação comum.
Os componentes ativos da Geléia Real têm uma importante função na regulação do metabolismo e na diminuição do processo de senilidade.
PÓLEN
O Pólen Andrósporo formado em tétrades pela divisão mitótica, no interior do saco polínico, da chamada célula mãe de grãos de pólen. Os grãos de pólen maduros contêm o microgametófito (gametófito masculino), originado a partir de divisão mitótica do andrósporo. Este microgametófito é, em geral, bicelular, formado pela célula do tubo e pela célula geradora.
O grão de pólen maduro é rodeado por uma camada delgada de celulose, a intina. Externamente, encontramos a exina, camada formada principalmente por esporopolenina, que confere grande resistência ao grão.
A exina consiste de duas camadas. A sexina, camada externa, é ricamente esculturada: suas projeções radiais (as báculas) geralmente se alargam para o ápice e freqüentemente se unem, formando um teto, que pode ser novamente esculturado ou perfurado. A nexina, em contato com a intina, geralmente é lisa. A configuração da exina é extremamente útil na classificação dos vegetais. Cada grupo apresenta características típicas de forma, aberturas e ornamentação nesta camada da parede do grão de pólen.
O tamanho dos grãos de pólen é muito variável, existindo grãos com menos de dez e outros com mais de duzentos e trinta micrômetros de diâmetro.
Normalmente, os grãos de pólen encontram-se livres nos sacos polínicos. Neste caso, são denominados de mônades. Em alguns casos, permanecem as tétrades, e, mais raramente, várias tétrades se unem em políades. Algumas famílias vegetais (por ex. Orchidaceae e Asclepiadaceae) apresentam todos os seus grãos de pólen unidos na chamada polínea.
O estudo dos grãos de pólen, além de sua grande importância para a taxonomia vegetal, adquire significado também no contexto da medicina (alergias), em estudos arqueológicos e geológicos e na produção de mel (no controle da origem e qualidade do produto).
Modo de usar o Pólen.
ADULTO OU CRIANÇAS:
Tomar 2 colheres de café 3 por dia.
Cera de Abelhas
Segundo levantamento científico, a abelha para produzir 1 (um) kg de cera consome em média 7 a 8 kg. de mel. A cera é usada pelas abelhas na construção dos favos, que servem para depósito de mel, pólen e cria.
Além do uso pela abelhas a cera serve como componente em muitos produtos feitos pelas Indústrias de Cosméticos, Farmacêuticas, Odontológicas, de Chocolates, Tintas, Velas, Lentes Telescópicas, Mobiliário, Depilação, etc. Outros usos em menor quantidade são na composição de cintas adesivas, enxerto em plantas, para encerar barbantes, na confecção de bolas de couro, restauração de pinturas em telas, moldes, etc.
Cera Bruta
Cera Bruta: Após
beneficiada e filtrada é fornecida em barras que pode variar de peso.
(Uso - os mais diversos)
Cera Branqueada
Cera Branqueada: Retirada
as impurezas ela passa por um processo de branqueamento.
(uso - Industrias de Cosméticos, Farmacêutica,
Odontológica, etc.
Cera Alveolada
Cera Alveolada: Beneficiada
de todas impurezas ela é laminada e alveolada através de um processo todo
automatizado. Seu corte é perfeito e sua espessura dentro dos padrões
internacionais, sua qualidade incomparável.
(uso - Apicultura)
Cera Colorida
Cera Colorida:- A cera sofre um processo químico de tingimento, com isso conseguimos produzir 16 (dezesseis) cores, que após 10 anos de pesquisa são os mais requisitados pelos consumidores.
Mel Composto
MEL COM PRÓPOLIS
Nas infecções das vias respiratórias, gripe, tosse seca e estimulante não específico do sistema imunológico.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E AGRIÃO
Tem ação anti-inflamatória e expectorante principalmente na bronquite e gripe acompanhada de secreção de muco. É indicado também para o tratamento das afecções pulmonares crônicas, principalmente dos fumantes.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E LIMÃO CRAVO
Apresenta atividade antimicrobiana, anti-séptica, febrífuga e estimula o sistema imunológico, prevenindo as infecções respiratórias. Atua no tratamento de gripe e resfriado que geralmente são acompanhados de febre, cefaléia e tosse.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E EUCALIPTO
Apresenta ação antibacteriana, antiviral, anti-séptica, descongestionante, expectorante, sendo utilizado no tratamento de tosses acompanhadas de catarro, fluidifica as secreções traqueobrônquicas facilitando a sua eliminação pela tosse, laringite e sinusite. Auxilia na prevenção e tratamento da pneumonia e outras infecções pulmonares.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E GUACO
Bronco-dilatadora, antiasmática, expectorante, febrífuga, anti-inflamatória. Atua relaxando a musculatura lisa das vias aéreas, principalmente dos brônquios. Indicado nas afecções do aparelho respiratório: tosse rebelde, bronquite crônica e espasmódica, asma, rouquidão, acompanhados de secreções.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E POEJO
Anti-séptico, antiespasmódico, estomáquico e antiflogístico. Atua nas afecções respiratórias: tosse, gripe e resfriado. No aparelho digestivo tem ação nas cólicas abdominais, azia, gastrite, flatulência, fermentação e dispepsia.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E ALHO
Anti-séptico pulmonar, analgésico, anti-inflamatório, antibacteriano, antifebril, antioxidante e estimulante do sistema imunológico, prevenindo infecções. Indicado nas afecções pulmonares, gripe e resfriado. Ajuda na prevenção da arteriosclerose e na eliminação dos radicais livres.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E COPAÍBA
Expectorante, cicatrizante e anti-inflamatório. Indicado para problemas pulmonares como tosse e bronquite e para as afecções da boca e garganta. Auxilia no tratamento da incontinência urinária, cistite e leucorréia
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E ROMÃ
Antimicrobiano, anti-séptico, adstringente e vermífugo. Indicado para o tratamento das afecções da boca e garganta, amidalite, laringite, rouquidão e tosse seca. Também indicado no controle de vermes intestinais
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM PRÓPOLIS E LÓTUS
Tem efeito anti-inflamatório, expectorante, antialérgico, descongestionante e calmante. Utilizado nas principais afecções do aparelho respiratório, principalmente as de origem alérgica ocasionadas por poluentes, fumo e outros agentes irritantes. É indicado no tratamento de bronquite crônica, asma e enfisema dos fumantes.
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
MEL COM GINSENG
Melhora a resistência do organismo, combate o estresse, aumenta a vitalidade geral, estimula a atividade física, intelectual e sexual. Ideal para executivos (as), estudantes e pessoas dinâmicas
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 vezes ao dia.
MEL COM GUARANÁ DO AMAZONAS
Esgotamento, cansaço físico, depressão, enxaqueca, favorecendo a atividade física e intelectual. Ideal para estudantes, atletas, trabalhadores e executivos (as).
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 vezes ao dia.
MEL COM GELÉIA REAL
Regulariza o apetite, melhora a digestão, aumenta a defesa do organismo contra as infecções e revitaliza o sistema celular, retardando o envelhecimento e rejuvenescendo os tecidos da pele. Excelente complemento alimentar para as crianças
Adultos- Tomar uma colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia
Solução Composta Expectorante Diet
Para aquelas pessoas que sofrem de diabete e pessoas que estão em dietas que não podem tomar xarope que contenha mel ou glicose. A solução diet não tem nenhuma contra indicação por se tratar de um produto natural.
Composição:
Solução composta de propolina, guaco,assa-peixe, eucalipto e agrião
Indicação:
Gripe, resfriados,bronquite,tosse e inflamações das vias respiratórias.
Modo de Usar:
Adulto- Tomar uma colher das de sopa 3 vezes ao dia
Crianças- Tomar meia colher das de sopa 3 vezes ao dia
VESPA
Já a subfamília Polybinae constitui a maioria dos marimbondos socais que conhecemos. Nesta subfamília, a formação de um novo ninho é formada por enxameagem, ou seja, uma parte da antiga colônia se muda junto com uma nova rainha para um novo ninho. As células podem ser dispostas tanto vertical como horizontalmente, apresentando ou não um invólucro. O material usado para a construção do ninho é mais grosseiro, muito similar ao papel cartão. Algumas espécies podem armazenar mel, cupins e outros insetos mortos (utilizados na alimentação das larvas). São de coloração preta com uma mancha amarela na margem posterior do tórax e com cerca de 2 centímetros.
As demais subfamílias não são sociais e muitas são parasitas de outros insetos, como aranhas, baratas e lagartas.
RAÇAS
DE ABELHAS
Abelha Alemã = Abelha preta
Abelha Cachorro = IRAPUÁ / ARAPUÁ
Abelha-de-Fogo = TATAÍRA
Abelha-do-Chão = MULATINHA
Abelha Limão = IRAXIM
Abelha Mulata = IRUÇU / IRUÇU MINEIRO
Abelhão = MAMANGABA
Abelha Africana = Apis melífera adamson lactar, introduzida no Brasil em 1956
Abelha Caucasiana = Apis melífera remipes pall
Abelha Européia = Abelha Comum / Abelha Doméstica , Apis melífera L.
Abelha Italiana = Abelha Amarela, Apis melífera lingustica Spin
Abelha Mirim = Melípona mínima, de porte pequeno
Abelha Preta = Apis melífera , melífera L. = Abelha Alemã = Abelha-da-Europa = Abelha-do-Reino = Abelha Escura = Abelha Européia = Abelha Europa
Abelha Mosquito = JATAÍ = JATAÍ- PRETA, plebéia mosquito, Abelha melipônica.